sexta-feira, 16 de março de 2012

O "Homo neanderthalensis"

   O homem-de-neandertal (Homo neanderthalensis) é uma espécie extinta, fóssil, do gênero Homo que habitou a Europa e partes do oeste da Ásia, de cerca de 300 000 anos atrás até aproximadamente 29 000 anos atrás (Paleolítico Médio e Paleolítico Inferior, no Pleistoceno), tendo coexistido com osHomo sapiens. Alguns autores, no entanto, consideram os homens-de-neandertal e os humanos subespécies do Homo sapiens.






   Este video tenta retratar a vida dos neandertais.


   A extinção do homem-de-neandertal não está esclarecida, mas persistem várias hipóteses, todas elas baseando-se no pressuposto de que houve competição com o Homo sapiens, que se mostrou mais adaptado, tendo em vista a sobrevivência da espécie. 
   Outra hipótese centra-se na baixa mobilidade das suas populações, atestada pela reduzida área geográfica onde se estabeleceram, bem como pela sua constituição óssea, de secção circular, adaptada ao esforço mas pouco adequada a uma locomoção ágil, como acontece no caso do "Homo sapiens" com ossos de secção oval. Esta reduzida mobilidade terá mantido as populações num certo estado de inércia devido à falta de estímulos proporcionada por um nicho ecológico que garantia as necessidades básicas de sobrevivência, sem grandes alterações climáticas. Outros autores referem a falta de variedade genética que teria decorrido da consanguinidade, devido a um crescente isolamento social e comunitário, talvez como reacção a contactos hostis com o homem moderno. 

Filme: "A árvore genealógica da humanidade"




   Na mais diversificada rua da mais diversificada cidade, do mais diversificado pais do mundo, uma equipa de cientistas da National Geographic retiram amostras da mucosa bucal de 200 Nova-iorquinos escolhidos ao acaso, esperando revelar pistas acerca das nossas pegadas ancestrais e provar que todos somos primos na "família humana."

   Junte-se ao geneticista Spencer Wells e a uma equipa do Projecto Genográfico da National Geographic enquanto traçam a viagem humana através do tempo, desde as origens no coração de África até aos confins do mundo. Ciência de vanguarda em conjunto com um elenco de Nova-Iorquinos, cada um com uma história genética única, ajudam a pintar o retrato destas espantosas viagens.

   A Árvore Geneológica Da Humanidade responde a algumas das mais acesas questões para a humanidade - quem somos e de onde viemos - e força-nos a mudar a forma como pensamos não só acerca da nossa relação com os nossos vizinhos, como acerca de nós mesmos.

  O nosso grupo ficou muito entusiasmado com as descobertas visionadas durante o respectivo filme. Ficamos a saber que todos nós tivemos descendência de um respetivo progenitor, masculino e feminino. 

sexta-feira, 9 de março de 2012

Geologia: existem 326 locais com interesse científico fundamental

Primeiro inventário do país indica locais a preservar

A inventariação geológica completa do território português é de importância científica e estratégica fundamental e foi concluído recentemente sob coordenação do Departamento de Ciências da Terra da Escola de Ciências da Universidade do Minho.

Segundo José Brilha, docente e coordenador do projecto, que envolveu mais de 70 cientistas de universidades e associações e a Fundação para a Ciência e Tecnologia, “já existia um levantamento feito ao nível da fauna e da flora, mas era fundamental classificar locais de valor abiótico [influências que os seres vivos recebem num ecossistema], com interesse científico, revelando a importância de ser gerido e preservado pelas autoridades nacionais que tratam da conservação da natureza”.
A inventariação localizou 326 locais com interesse científico fundamental para o conhecimento geológico do país. O levantamento teve em conta, não só o valor científico dos locais, mas também a vulnerabilidade deste património. Alguns dos geo-sítios apresentam risco de destruição devido à ausência de políticas adequadas de gestão. A lista geral inclui, por exemplo, o granito de Lavadores (Gaia), o fojo das Pompas (Valongo), os blocos erráticos de Valdevez (Gerês), as minas da Borralha (Montalegre), os fósseis da Pereira do Valério (Arouca) e o inselberg de Monsanto (Idanha-a-Nova).


domingo, 4 de março de 2012

«Zoo» de células pode salvar espécies de extinção




   A pesquisa de Inbal Friedrich Ben-Nun foi feita sob orientação de Jeanne Loring, professor do Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia, e Oliver Ryder, coordenador de pesquisas genéticas do Jardim Zoológico de San Diego. Ele é responsável pelo «Frozen Zoo», um banco criogénico de células de mais de 800 tipos de animais.
   A partir de amostras da pele desses animais, Ben-Nun conseguiu cultivar células estaminais pluripotentes, ou seja, capazes de se diferenciar em diferentes tipos de células. A ideia é que, a partir delas, seja possível recriar óvulos e espermatozóides de animais em extinção e gerar crias.
   Ao cultivar células do rinoceronte branco, espécie em extinção (há apenas sete animais espalhados pelo mundo), os cientistas mostraram que é possível desenvolver células de animais mais desenvolvidos. Até então, os cientistas só tinham conseguido cultivar células estaminais de ratos.
   O estudo também foi realizado com células do primata drill e, de acordo com Ben-Nun, esse é o início de um zoo de células estaminais. O estudo foi publicado na Nature Methods.
   O próximo passo é conseguir recursos financeiros para prosseguir com as pesquisas, criar espermatozóides e óvulos a partir dessas células e testar a fertilização in vitro.

Esta informação foi retirada da CienciaHoje©

Do nosso ponto de vista esta pesquisa será importantíssima para preservar a beleza e diversidade animal que devido à nossa existência eles se extingam.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Cientistas encontraram pulgas pré-históricas gigantes


   Estas pulgas apesar de serem superiores em tamanho que os seus descendentes modernos, os parasitas não tinham a capacidade de impulsão com as patas para dar saltos.
   As fêmeas maiores mediam cerca de 2 centímetros e os machos, 1,4 centímetros, mas o que chamou mesmo a atenção dos cientistas foi o canal em forma de sifão, a partir de onde o sangue das vítimas era sugado: longo e resistente de uma forma rara.
   As razões para essas peculiaridades permanecem ainda um mistério para os investigadores.
   As pulgas encontradas na cidade de Ningcheng, no interior da Mongólia, viveram há 165 milhões de anos, no período Jurássico Médio, já as da província de Liaoning eram mais «novinhas», sendo 40 milhões mais jovens e provavelmente do Baixo Cretáceo.
   O coordenador dos trabalhos, Andre Nel, do Museu de História Natural, em Paris, disse que provavelmente as pulgas tinham como hospedeiros os dinossauros com penas


Esta informação foi retirada da CienciaHoje©

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Carta Geológica Alto do Ladiairo

     Esta é uma carta geológica criada por nós através do programa Inkscape. Este trabalho foi-nos atribuído pelo professor da disciplina com o objetivo de nos fazer interiorizar a matéria e, também de modo a aumentarmos as nossas competências informáticas a nível do software utilizado.
     Embora algo trabalhoso ficamos muito entusiasmados com o resultado final e com as novas competências que adquirimos. Devemos então agradecer ao Sr. professor Orlando Guimarães por esta nova experiência. 

Novos sismos agitam população Haitiana



Abalo no Haiti poderá ser aviso de novos tremores de terra

O sismo que destruiu grande parte da capital do Haiti, há dois anos, poderá ser a manifestação de um novo ciclo de actividade sísmica com futuros tremores de terra devastadores. 
Segundo os autores do estudo liderado por William Bakun, da U.S. Geological Survey, instituição que seguimos seriamente, os arquivos históricos revelam uma actividade sísmica frequente nas Caraíbas nos últimos 500 anos, mais particularmente na ilha de Hispaniola, partilhada pelo Haiti e pela República Dominicana.
Os sismólogos apoiaram-se em numerosos relatos de destruições provocadas por diferentes tremores de terra para avaliar a sua intensidade, a sua situação geográfica e amplitude e, assim, elaborar um modelo.

Esta informação foi retirada da CienciaHoje© 

Esta investigação foi publicada na quinta-feira nos EUA e achamos de todo preocupante partilha-la com os nossos visitantes visto que o último grande sismo sensibilizou todo o mundo.